Com relação aos abscessos pulmonares, é correto afirmar:
quando o paciente tem sintomas de longa duração, antes de iniciar o tratamento e apresenta cavidades pulmonares maiores do que 4 a 6 cm, tem menor probabilidade de resposta à terapêutica.
não apresentam risco de evoluírem com pneumotórax por ruptura dos abscessos pulmonares.
a maioria dos pacientes (85% a 95%) responde ao tratamento clínico com redução rápida do líquido, colapso das paredes e completa cicatrização em 3 a 4 meses.
não têm indicação de broncoscopia no tratamento do empiema, com intuito de drenagem da cavidade.
a cavidade persistente (≥ 5 cm e espessa) e incapacidade de superar a sepse após 2 semanas de terapia não indicam cirurgia.
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