Homem de 64 anos, diabético, apresenta angina estável persistente apesar de tratamento clínico
otimizado. A cinecoronariografia demonstra estenose de 80% no tronco da coronária esquerda, 90% no
segmento proximal da descendente anterior, 80% na circunflexa e 90% na coronária direita. A FEVE é de
38% e o SYNTAX Score é 34. O paciente apresenta risco cirúrgico global aceitável e não há contraindicação
anatômica à cirurgia.
Considerando a complexidade anatômica da doença coronariana, o diabetes, a disfunção ventricular esquerda e a necessidade de revascularização com potencial benefício prognóstico, qual é a estratégia mais apropriada?
Considerando a complexidade anatômica da doença coronariana, o diabetes, a disfunção ventricular esquerda e a necessidade de revascularização com potencial benefício prognóstico, qual é a estratégia mais apropriada?
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