Arroyo (2013) afirma que “esse é um dos núcleos de disputa nos currículos: superar memórias de experiências imaginadas como atoladas no atraso e vê-las ou aceitar que se manifestem como experiências coletivas vividas, como memórias reais, positivas.” O autor ainda relata que essa tensão se manifesta em cursos de professores indígenas, do campo, de história, memórias e cultura negra; e também nas crianças, jovens, adolescentes e adultos populares quando chegam à escola.
Arroyo afirma, no entanto, que “os currículos poderão ser um território de diálogo da diversidade