De acordo com o caso clínico abaixo, responda as questões 29, 30 e 31:
Marcelo, 34 anos, policial militar da ativa, faz bicos como segurança particular em seus momentos de folga da corporação, procurou um ambulatório de saúde mental devido a ataques de pânico, que vinham o assolando desde o nascimento de seu filho caçula, há pouco mais de seis meses. Ao iniciar seu tratamento psicoterápico com o psicólogo do ambulatório, relatou um encontro anterior com o psiquiatra da polícia militar, que lhe receitara Rivotril sublingual em "caso de necessidade", para o "enfrentamento dos ataques". Havia um mês que Marcelo passara a carregar o medicamento S.O.S. consigo e, desde então, nunca mais teve um ataque de pânico, o que lhe permitiu retomar suas atividades laborativas. Contudo, Marcelo ainda expressa franco temor de voltar a ter os ataques, que ele atribui unicamente a circunstâncias externas a si próprio, apresentando assim significativa restrição em sua vida social.
O psicólogo que conduz a psicoterapia psicanaliticamente orientada de Marcelo deve ficar atento aos seguintes mecanismos psíquicos relatados por ele: