Magna Concursos
2524834 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
[...] Nós vivemos – este é o traço mais importante de nosso tempo – numa atmosfera de vanguarda e temos um pouco a ideia de que a literatura só tem sentido quando for de vanguarda. Isto é ao mesmo tempo uma contingência do nosso tempo e um grave perigo para a literatura, porque se ela não for de vanguarda não subsiste no nosso tempo, e se não deixar de ser de vanguarda ela não constrói. A vanguarda, por definição, é algo provisório, e em nosso tempo, não só no Brasil como no mundo, há uma tendência para transformar o provisório em permanente. [...] Já estamos na fase da vanguarda devorada pela vanguarda. Então essa tendência, que eu diria ser ao mesmo tempo glória e pena da literatura de nosso tempo – não estou censurando ou louvando, mas apenas constatando -, manifesta-se na literatura do nosso tempo por algumas características que procurarei destacar [...].
(CANDIDO, Antonio. Vanguarda: renovar ou permanecer. In Textos de Intervenção. São Paulo: Duas Cidades, Ed. 34, 2002)
Dentre as características da literatura de vanguarda, destacadas por Antonio Candido na intervenção apresentada no I Ciclo de Debates da Cultura Contemporânea, sob o título de “Vanguarda: renovar ou permanecer”, em 19 de maio de 1975, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, NÃO se encontra
 

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