Historicamente, quando se fala do uso de drogas é comum sua associação com a adolescência e juventude. Entre as medidas de prevenção sobressai o posicionamento valorativo, exceto:
1. a proibição de venda à criança ou ao adolescente de bebida alcoólica e de outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica.
2. os programas de saúde mental desenvolvidos pelos Centros de Apoio Psicossocial (CAPS) valorizando a mudança de hábitos e a interação com grupos de referência com vistas à construção identitária.
3. a educação dos pais, visando capacitá-los para conversar com os filhos sobre drogas com base em informações sobre sintomas que provocam suas consequências e como são utilizadas.
4. a internalização de valores discriminatórios com o estigmatização da “turma da droga” e seu significado cultural.
5. mensagens radicais contra as drogas, focalizando sua atuação do ponto de vista exclusivamente farmacológico, ignorando a influência do meio físico e social no qual se dá o uso das drogas e as condições objetivas que contribuem para a construção da conduta transgressora do adolescente.
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