Leia trecho do Favelário Nacional, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.
Prosopopeia
Quem sou eu para te cantar, favela,
que cantas em mim e para ninguém a noite inteira de sexta
e a noite inteira de sábado
e nos desconheces, como igualmente não te conhecemos?
Sei apenas do teu mau cheiro: baixou em mim, na viração,
direto, rápido, telegrama nasal
anunciando morte… melhor, tua vida.
No poema, justifica-se a alusão à figura de linguagem prosopopeia porque o eu lírico
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