“Os sujeitos, em suas interações diversas, circulam em variados espaços culturais e experienciam, também, diferentes formas de produção cultural. É no diálogo com o outro e com a cultura que cada um é constituído, desconstruído, reconstruído, cotidianamente. O acesso aos bens culturais é um meio de sensibilização pessoal que possibilita, ao sujeito, apropriar-se de múltiplas linguagens, tornando-o mais aberto para a relação com o outro, favorecendo a percepção de identidade e alteridade.” (LEITE, 2005). Segundo Stuart Hall (2005), essa descentralidade da identidade, construída a partir das relações socioculturais, é fruto das transformações político-econômicas da sociedade, evidenciando na modernidade um novo tipo de sujeito histórico, denominado: