No que diz respeito à Psicologia na política de segurança pública, conforme o CFP (2020), assinale a alternativa INCORRETA.
Neste campo prepondera uma perspectiva mais tradicional da atuação da Psicologia, sendo as principais atividades realizadas o diagnóstico de patologias, a concessão de porte de arma e a seleção de profissionais.
Dentro do tópico que versa sobre a formação profissional, identificou-se a percepção de que o psicólogo deveria atuar, essencialmente, na “humanização” dos agentes de segurança.
A resistência à Psicologia indica que muitos policiais não procuram atendimento psicológico por associá-lo à fraqueza, e, portanto, a proposta é investir em atendimentos individualizados.
Alcoolismo/drogadição, transtorno de humor, estresse e conflitos no ambiente de trabalho são as causas mais comuns no atendimento a servidores e suas famílias.
Observa-se a necessidade de intervenção junto aos familiares dos servidores por conta dos desdobramentos da atividade policial, que frequentemente geram efeitos e desgastes emocionais no ambiente familiar.
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