Com relação a pacientes idosos que se submetem a cirurgias, é correto afirmar:
O delírio pós-operatório é uma complicação rara nos pacientes idosos e não está associado a maior mortalidade e complicações.
O cirurgião deve se basear numa avaliação cognitiva objetiva, como o Mini-Ex, para avaliar a condição do paciente idoso nessa área, já que entrevistar seus informantes conhecidos pode criar um desvio subjetivo indesejável.
Nos pacientes em risco de delírio pós-operatório, a administração de benzodiazepinas e anti-histamínicos não traz efeitos deletérios.
A disfunção cognitiva pós-operatória é comum e fácil de quantificar, mesmo sem o registro do estado cognitivo de base.
O fator predisponente para o delírio pós-operatório mais forte é a preexistência de comprometimento cognitivo e demência.
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