Paciente de 68 anos de idade, portador de gastrectomia parcial com gastrojejunostomia em Billroth II realizada há 30 anos para úlcera péptica, apresenta adenocarcinoma bem diferenciado no coto gástrico, T1b (submucosa), sem linfonodos suspeitos na tomografia. Após Billroth II, o refluxo duodenogástrico crônico provoca inflamação mucosal e exposição a bile e enzimas pancreáticas, favorecendo a carcinogênese por estresse oxidativo e formação de nitrosaminas. A propedêutica incluiu endoscopia com biópsia mapeada, avaliação de profundidade por EUS e TC de abdome/pelve contrastada para estadiamento e exclusão de metástases.
Nesse caso, qual é a abordagem cirúrgica com maior probabilidade de cura, levando em conta a fisiologia do remanescente gástrico, a necessidade de linfadenectomia adequada e os riscos de recorrência no coto?