As diretrizes brasileiras para a prática da eutanásia em animais foram criadas baseando-se no princípio de que a dor só é reconhecida a partir de um estímulo nociceptivo, isto é, quando o córtex cerebral e estruturas subcorticais forem funcionais. Por outro lado, quando o animal se encontra no estado de inconsciência, não ocorre a percepção da dor. Dessa forma, o método de eutanásia não é tão crítico quando o animal se apresenta inconsciente ou anestesiado, desde que a consciência não seja restabelecida antes do óbito.
Nesse contexto, pensando nos possíveis modos de ação dos métodos de eutanásia, pode-se afirmar que os agentes usados atuam por três possíveis mecanismos.
As opções abaixo indicam um desses mecanismos, exceto: