Mulher, 58 anos, dor torácica em aperto há 3h,
ECG sem supradesnivelamento de ST, dor típica, TIMI
3. hs-cTnT: 0h = 16 ng/L (limiar 99º percentil = 14 ng/L);
1h = 32 ng/L (Δ = +16 ng/L). Qual interpretação e
conduta melhor se alinham aos algoritmos
contemporâneos de 0/1h?