Jamile está andando de velotrol no pátio da creche, usando os pés para empurrá-lo em vez de usar os pedais. Ela bate no cordão da calçada, e o velotrol tomba, de modo que ela cai na areia. Ela dá um grito estridente, deitada de costas, com o velotrol ao seu lado. Uma auxiliar de creche vem correndo e se agacha ao lado dela, mas não a toca. Ela olha para o rosto de Jamile e pergunta: Você está bem? Jamile chora mais alto. A professora diz: Você caiu? Jamile para de chorar, olha para ela e acena com a cabeça. Ela começa a se mover em direção à auxiliar. A cuidadora oferece uma mão para ajudá-la. Ela recusa e se levanta, limpando-se às sacudidas. A auxiliar olha para ela atentamente e não enxerga arranhões ou marcas vermelhas, mas pergunta mais uma vez: Você está bem? – Bem! Responde Jamile. Ela procura pelo velotrol com as mãos. A auxiliar sai do seu caminho. Ela tem alguma dificuldade durante o esforço, mas persiste até alcançar o velotrol. A auxiliar não ajuda. Por fim a auxiliar diz: “Você fez tudo sozinha”. Jamile dá um sorriso e volta a andar de velotrol, o sorriso fica cada vez mais largo à medida que ela vai se afastando com o velotrol.
GONZALEZ-MENA, J.; EYER, D. W. O cuidado com bebês e crianças pequenas na creche: um currículo de educação e cuidados baseado em relações qualificadas. 9. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.
De acordo com o relato, é correto concluir que a auxiliar teve uma atitude de