Nos últimos séculos, com o advento da economia industrial e a incorporação do conhecimento sistematizado às práticas produtivas e às práticas sociais em geral, a educação escolar para pessoas comuns tornou-se indispensável. Como analisa Delors (2001), “atualmente, no mundo inteiro se exige dos sistemas educativos que façam mais e melhor. Solicitados por todo o lado devem dar resposta às exigências de desenvolvimento econômico e social, particularmente graves no caso das populações mais pobres.” Porém, como observa ele, “a educação não pode fazer tudo”, sendo “preciso que se façam opções que podem ser difíceis, sobretudo quando está em causa a equidade e a qualidade dos sistemas educativos. São opções da sociedade e, apesar de inspiradas em alguns princípios comuns, podem variar segundo os países. Contudo, deve