Falai baixo, se falais de amor.
A frase é um conselho do célebre dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare (1564-1616) que se casou aos 19 anos, abandonou o lar e passou a dedicar-se ao teatro. Alguns dizem que ele nunca existiu, sendo uma invenção histórica sobre a qual muitos estão de acordo. A existência de sua obra, porém, é fácil de ser comprovada em muitos lugares do mundo, em diversas línguas e vários palcos, onde vem sendo encenada há quatro séculos. Suas peças apresentam uma variedade impressionante de personagens e temas, com destaque para o amor e a política, quase sempre entrelaçados.
Deonísio da Silva. A vida íntima das frases
Considere as afirmativas abaixo feitas com base no texto.
1. O título do texto é uma ordem, para isso o autor usa o modo subjuntivo.
2. A pessoa em que estão conjugados os verbos do título é a segunda do plural.
3. Se os verbos do título estivessem na segunda pessoa do singular, a frase seria assim escrita: “Fale baixo, se falares de amor”.
4. As palavras “célebre” e “impressionante”, no texto, são classificadas morfologicamente como adjetivos.
5. A palavra sublinhada no texto é uma conjunção adversativa e está entre vírgulas, pois está deslocada.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.