Iamamoto (2009), ao tratar sobre a prática e o exercício do assistente social, aponta para o seguinte:
nas atuações em conselhos de políticas sociais, os profissionais são chamados a produzir consenso para reforçarem os interesses de seguimentos majoritários da coletividade.
por sua formação, ele possui absoluta autonomia para realizar suas atividades e ainda para projetar e realizar ações nas instituições empregadoras.
na prestação de serviços sociais para o Estado, devem-se analisar as características assumidas pelo trabalho do assistente social e de seu produto independentemente das características particulares dos processos de trabalho que executa.
quando contratado por empresas, ele detém todos os meios financeiros, técnicos e humanos necessários para a efetivação de seu trabalho.
ao atuar em empresas, ele produz diretamente riqueza (valor e mais valia) para a burguesia, proprietária dos meios de produção.
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