A violência sexual constitui problema de saúde pública que demanda resposta intersetorial e abordagem integral das vítimas. Além do acolhimento e da avaliação clínica, é fundamental a adoção de medidas profiláticas para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, conforme protocolos do Ministério da Saúde, considerando a maior eficácia, segurança e adesão ao tratamento.
Na assistência à vítima de violência sexual, a medicação de primeira escolha para profilaxia da infecção por Chlamydia trachomatis é:
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