Paciente de 6 anos de idade, encontra-se internado na UTI
pediátrica por pneumonia grave, em ventilação mecânica
invasiva há 48 horas, em modo volume controlado com volume
corrente de 7 mL/kg, FR de 22 irpm, PEEP de 6 cmH2O e fluxo
inspiratório constante de 50 L/min. Nas últimas horas
apresenta queda discreta da SpO2 para 92% e aumento súbito
das pressões ventilatórias. A pressão de pico elevou-se de
28 para 45 cmH2O, enquanto a pressão de platô permanece
em 19 cmH2O, com driving pressure de 13 cmH2O. As curvas
ventilatórias mostram grande diferença entre pressão de pico
e platô, padrão serrilhado na curva de fluxo inspiratório e fluxo
expiratório retornando à linha de base. Diante desses
achados, qual é a conduta mais adequada neste momento?