Um paciente de 50 anos com sepse grave por pneumonia comunitária é admitido na UTI.
Após reposição volêmica inicial com 30 mL/kg de cristaloide, permanece hipotenso, com pressão arterial média de 55 mmHg e lactato sérico de 4 mmol/L. Encontra-se em uso de noradrenalina na dose de 0,25 mcg/kg/min, sem atingir a meta de pressão arterial média ≥ 65 mmHg.
De acordo com as recomendações atuais para o manejo do choque séptico, o próximo passo no tratamento desse paciente é