O Sr. J.T.R. 59 anos, acompanhado há três anos por
uma equipe de Saúde da Família, apresenta diagnóstico
prévio de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus
tipo 2. Em consulta programada, encontra-se assintomático, com pressão arterial média registrada em consultas
sucessivas de 149/93 mmHg, glicemia de jejum persistentemente acima da meta estabelecida em seu plano terapêutico e adesão irregular às mudanças de estilo de vida
pactuadas anteriormente. O prontuário mostra seguimento longitudinal pela mesma equipe, com revisão periódica
de metas, ajuste terapêutico escalonado e monitoramento contínuo de fatores de risco cardiovascular, conforme
protocolos vigentes do Ministério da Saúde. Diante desse
cenário, a equipe decide intensificar o tratamento farmacológico e reforçar o acompanhamento regular, mantendo
o usuário sob seguimento na Atenção Primária. Segundo
os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde para hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, a conduta descrita está fundamentada
no princípio normativo de: