No Brasil, a vigilância do óbito materno, MIF, infantil e fetal vem apresentando avanços significativos em todas as
regiões do país. Esse avanço precisa ser oportuno para que a tomada de decisões possa culminar em ações efetivas.
Assim, é necessário aprimorar ainda mais a oportunidade tanto da notificação quanto da investigação, de tal forma
que os registros de casos e investigação se aproximem de 100%. Além disso, esse processo visa esclarecer a causa
básica do maior número possível desses óbitos.
Com base nessa informação, analise as asserções a seguir:
I. A investigação de óbitos infantis, fetais, maternos e de mulheres em idade fértil deve incluir busca ativa em diferentes pontos da rede de atenção, como serviços hospitalares, unidades da atenção primária e serviços de verificação de óbitos/IML.
II. A coleta de dados para esclarecimento desses óbitos pode restringir-se às informações de prontuário hospitalar, sendo desnecessária qualquer complementação por entrevistas domiciliares ou autópsia verbal.
III. Nos casos em que o óbito passa por serviço de verificação de óbito ou instituto médico-legal, é fundamental incorporar o laudo de necropsia ou documento equivalente ao processo de investigação epidemiológica.
IV. Quando o município de ocorrência do óbito é diferente do município de residência, não há necessidade de articulação entre esses municípios, devendo a investigação ser concluída apenas no local de ocorrência.
V. As informações consolidadas ao final da investigação devem alimentar o sistema de informação de mortalidade e ser registradas em ficha-síntese ou instrumento semelhante para subsidiar a gestão e a vigilância de óbitos.
Assinale a alternativa em que se contempla o quantitativo de afirmações CORRETAS.
I. A investigação de óbitos infantis, fetais, maternos e de mulheres em idade fértil deve incluir busca ativa em diferentes pontos da rede de atenção, como serviços hospitalares, unidades da atenção primária e serviços de verificação de óbitos/IML.
II. A coleta de dados para esclarecimento desses óbitos pode restringir-se às informações de prontuário hospitalar, sendo desnecessária qualquer complementação por entrevistas domiciliares ou autópsia verbal.
III. Nos casos em que o óbito passa por serviço de verificação de óbito ou instituto médico-legal, é fundamental incorporar o laudo de necropsia ou documento equivalente ao processo de investigação epidemiológica.
IV. Quando o município de ocorrência do óbito é diferente do município de residência, não há necessidade de articulação entre esses municípios, devendo a investigação ser concluída apenas no local de ocorrência.
V. As informações consolidadas ao final da investigação devem alimentar o sistema de informação de mortalidade e ser registradas em ficha-síntese ou instrumento semelhante para subsidiar a gestão e a vigilância de óbitos.
Assinale a alternativa em que se contempla o quantitativo de afirmações CORRETAS.
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