A frequência respiratória é o parâmetro menos invasivo da
avaliação dos sinais vitais, mas a sua mensuração exige do técnico
de enfermagem uma observação criteriosa e discreta, a fim de
evitar que o paciente altere voluntariamente o padrão respiratório.
A avaliação da respiração deve considerar não apenas o número
de movimentos por minuto, mas também a profundidade, o ritmo
e a simetria dos movimentos torácicos. Para o adulto em repouso,
considera-se normal a frequência respiratória entre: