O texto a seguir é parte do poema “Mocidade e Morte” de Castro Alves.
Oh! Eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh’alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n’amplidão dos mares.
No seio da mulher há tanto aroma...
Nos seus beijos de fogo há tanta vida...
-Árabe errante, vou dormir à tarde.
À sombra fresca da palmeira erguida.
Mas uma voz responde-me sombria:
Terás o sono sob a lájea fria.
A imagem da morte está presente, EXCETO em uma das palavras a seguir. Assinale a alternativa que é a exceção.
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