Nos primórdios da World Wide Web, os sites eram formados por nada mais do que um conjunto de
arquivos de hipertexto ligados, que representavam informações utilizando textos e gráficos limitados.
Com o decorrer do tempo, a evolução da linguagem HTML tornou possível a oferta de capacidade
computacional juntamente com as informações. Assim, tecnologias Web 3.0 evoluíram para sofisticadas
aplicações voltadas para o mundo corporativo e para o consumidor. Tais softwares, mesmo quando
superados tecnologicamente, podem ser responsáveis ainda hoje por funções críticas do negócio e —
ainda que a tecnologia seja relativamente moderna — quando comparada a outros tipos. A baixa
qualidade, a falta de documentação e o histórico de alterações mal gerenciado, quando presentes,
normalmente resultam em projetos inextensíveis, gerando dores de cabeça na organização,
principalmente quando sistemas indispensáveis ao negócio estão envolvidos. Dentro de tal contexto,
quando o software atende às necessidades do usuário de forma confiável, sem que nenhuma mudança
significativa seja necessária, a medida correta a ser tomada é: