Uma criança de 6 anos é submetida, em hospital público, à apendicectomia por apendicite complicada. No pós-operatório imediato, ocorre troca de plantão da equipe cirúrgica e transferência do paciente da sala de recuperação para a enfermaria pediátrica. Os pais relatam insegurança por receberem informações divergentes de diferentes profissionais sobre dieta, analgesia e previsão de alta. Considerando os princípios de segurança do paciente e humanização da assistência cirúrgica infantil, qual conduta é a mais adequada para reduzir riscos assistenciais nesse contexto?