História Clínica: Paciente do sexo feminino, 63 anos, costureira aposentada, comparece
à consulta médica queixando-se de dor mecânica em ambos os joelhos e nas mãos há
cerca de 4 anos. Relata que a dor piora ao caminhar distâncias longas, subir escadas e ao
final do dia. Refere rigidez nas articulações afetadas logo ao acordar, com duração de
aproximadamente 15 minutos, que melhora com a movimentação.
Exame Físico: - Paciente apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de (32 kg/metro quadrado). Notam-se nós rígidos e indolores nas articulações interfalangeanas distais (nódulos de Heberden) e interfalangeanas proximais (nódulos de Bouchard) bilateralmente. À palpação dos joelhos, há presença de crepitação articular à flexo-extensão ativa e passiva, sem sinais de calor local ou eritema importante.
Exame Radiográfico (Joelhos): - Estreitamento assimétrico do espaço articular fêmoro-tibial, presença de osteófitos marginais e esclerose do osso subcondral.
Com base no quadro clínico, exame físico e achados radiográficos apresentados, qual é o diagnóstico mais provável para esta paciente?
Exame Físico: - Paciente apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de (32 kg/metro quadrado). Notam-se nós rígidos e indolores nas articulações interfalangeanas distais (nódulos de Heberden) e interfalangeanas proximais (nódulos de Bouchard) bilateralmente. À palpação dos joelhos, há presença de crepitação articular à flexo-extensão ativa e passiva, sem sinais de calor local ou eritema importante.
Exame Radiográfico (Joelhos): - Estreitamento assimétrico do espaço articular fêmoro-tibial, presença de osteófitos marginais e esclerose do osso subcondral.
Com base no quadro clínico, exame físico e achados radiográficos apresentados, qual é o diagnóstico mais provável para esta paciente?