As pessoas com deficiência representam quase 15% da população global, chegando a quase 20% nos países de renda baixa e
média. Apesar de mais de 50% de todas as pessoas com deficiência viverem em áreas urbanas, nossas cidades raramente atendem
às necessidades de mobilidade de todo o espectro de deficiências. A maioria das cidades é projetada a partir da perspectiva
de pessoas sem deficiência, priorizando a conveniência dos usuários de veículos motorizados em vez de atender às pessoas
que caminham, pedalam ou usam transporte público. A análise do planejamento e mobilidade urbana abre um debate sobre a
importância da melhoria da cidade em sua integralidade, abrangendo espaços públicos, vias e infraestrutura e das adequações
dos espaços, visando garantir a acessibilidade e o conforto. Estudos demonstram que a exclusão e as dificuldades vivenciadas
no contexto do transporte impõem grandes obstáculos à autonomia pessoal, à educação, ao emprego, a atividades econômicas,
a evacuações de emergência e à participação social de pessoas com deficiência.
ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).
Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)
ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).
Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)