Recém-nascida (RN), 3 dias de vida, é avaliada em consulta de puericultura. Nascida a termo por parto pélvico,
mãe primípara. Ao exame físico, o pediatra observa assimetria discreta das pregas glúteas, mas a abdução dos
quadris parece simétrica. O pediatra, com a RN em decúbito dorsal sobre uma superfície firme, com quadris e joelhos fletidos a 90 graus, e pés voltados para si, procede
à avaliação da estabilidade dos quadris: com o polegar
posicionado na face interna da coxa (trocânter menor)
e os dedos na face externa (trocânter maior), o médico
realiza um movimento de adução forçada e pressão posterior sobre o fêmur direito. Nesse momento, sente-se uma
sensação de deslizamento da cabeça femoral para fora do
acetábulo, acompanhada de um discreto “clunk” palpável.
Em seguida, o médico mantém os dedos sobre o trocânter maior e o polegar na face interna da coxa. Com o
quadril em posição neutra e em leve abdução, ele realiza
um movimento de abdução e rotação externa da coxa
direita, aplicando uma pressão suave no trocânter maior.
Observa-se a reentrada da cabeça femoral no acetábulo,
com uma sensação de “click” palpável.
Considerando a técnica, o objetivo e os achados das manobras de avaliação da estabilidade do quadril no RN, qual a interpretação correta desses achados e a conduta subsequente adequada?
Considerando a técnica, o objetivo e os achados das manobras de avaliação da estabilidade do quadril no RN, qual a interpretação correta desses achados e a conduta subsequente adequada?
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