A reflexão sobre o ensino de filosofia na Educação Básica envolve diferentes abordagens. Franklin Leopoldo e Silva, por exemplo,
questiona se a História da Filosofia deve ser o centro ou apenas um referencial do currículo: como centro, organiza o conteúdo;
como referencial, submete-se às questões filosóficas. Diante disso, pode-se considerar o desdobramento de três eixos curriculares:
o histórico, que segue uma certa ordem centrada na produção das obras filosóficas, mas que pode se tornar enciclopédico;
o temático, que aborda temas filosóficos próximos da vivência dos estudantes; e o problemático, que organiza o ensino em torno
de problemas filosóficos, que, conforme Silvio Gallo, permite integrar tanto os temas quanto a História da Filosofia e convidar o
estudante ao exercício de elaboração de conceitos filosóficos.
Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a
Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a