Ao procurar desenvolver uma revisão integrativa de
literatura sobre a relação entre a atividade física e o processo
de envelhecimento na sua interface com a autonomia e a
independência funcional de idosos, Moreira, Teixeira e Novaes
(2014) destacam a potencialidade da prática regular de atividades
físicas na velhice na manutenção da autonomia para as atividades
da vida diária (tomar banho, vestir-se, ir ao banheiro, deitar
e levantar da cama/cadeira, comer, urinar e/ou evacuar) e as
atividades instrumentais da vida diária (usar o telefone, usar
meio de transporte, fazer compras, arrumar a casa, preparar
comida, lavar roupa, cuidar do dinheiro, tomar remédios). Essas
atividades, no geral, necessitam de força, flexibilidade, equilíbrio,
resistência, agilidade, dentre outras habilidades motoras. Nesse
sentido, é correto afirmar que: