Durante avaliação pós-transplante, um paciente apresenta acidose metabólica persistente. De acordo com a fisiologia tubular, a alteração que explica CORRETAMENTE o quadro clínico é:
Deficiência na secreção de íons hidrogênio no túbulo distal, comprometendo a acidificação urinária.
Redução da reabsorção de glicose no túbulo proximal, levando à acidose.
Aumento da reabsorção de bicarbonato na alça de Henle, causando acidose.
Deficiência na secreção de potássio no ducto coletor, resultando em acidose.
Redução da filtração glomerular isolada, sem repercussão tubular.
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