O furto do lúdico na infância não acomete apenas crianças
das classes populares, que, muitas vezes, têm obrigações
familiares e, até mesmo, profissionais, mas também aquelas de
outras camadas sociais que, desde muito cedo, possuem uma
série de compromissos, frutos de “investimentos” feitos pelos
responsáveis, para que no futuro se tornem pessoas requeridas
pelo padrão de sua classe social. Em todos os casos, a negação
do direito ao brincar gera: