Uma mulher de 28 anos foi encaminhada ao ambulatório de
cirurgia, com história de dor recorrente na fossa ilíaca direita há
oito meses, diarreia intermitente, perda ponderal de 7 kg e
episódios ocasionais de febre baixa, que não foi aferida. Relata
fadiga progressiva e melhora apenas parcial com analgésicos.
Nega sangramento digestivo importante.
Ao exame físico, apresenta discreta dor à palpação profunda em fossa ilíaca direita, sem sinais de irritação peritoneal ou massas palpáveis. Ausculta cardiopulmonar e sinais vitais estão dentro da normalidade.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica e tratamento é:
Ao exame físico, apresenta discreta dor à palpação profunda em fossa ilíaca direita, sem sinais de irritação peritoneal ou massas palpáveis. Ausculta cardiopulmonar e sinais vitais estão dentro da normalidade.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica e tratamento é:
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