4153158
Ano: 2026
Disciplina: Artes Plásticas
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
Disciplina: Artes Plásticas
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
Provas:
A transição da Pré-história para a Idade Antiga não foi marcada apenas pelo surgimento
da escrita, mas também por mudanças profundas na produção artística. Enquanto na Préhistória a arte possuía um caráter predominantemente ritualístico, na Idade Antiga — com o
surgimento de civilizações como o Egito e a Mesopotâmia, e posteriormente o apogeu de
Gregos e Romanos — ela passou a servir a novos propósitos sociais, políticos e estéticos.
Considerando as características artísticas desses períodos e povos, assinale a alternativa
que descreve CORRETAMENTE os elementos de cada um deles:
I - Na Pré-história, destaca-se o naturalismo das pinturas rupestres e as vênus (esculturas de fertilidade); no Egito, a Lei da Frontalidade e a arte voltada à eternidade/religião; na Grécia, a busca pelo equilíbrio ideal e o humanismo; e em Roma, o realismo nos retratos e o uso funcional do arco na arquitetura.
II - Na Pré-história a arte não era decorativa, mas sim funcional e mágica, ligada à sobrevivência e aos ciclos da natureza, a arte egípcia era extremamente conservadora e padronizada, focada quase inteiramente na vida após a morte e na glorificação do Faraó.
III - Os gregos buscavam a "Beleza Ideal", criando esculturas com proporções matematicamente perfeitas que representavam o homem no auge de sua forma. Diferente da beleza idealizada dos gregos, os romanos faziam bustos que mostravam rugas, cicatrizes e imperfeições, valorizando a fidelidade à fisionomia real.
IV - Os Gregos foram mestres da engenharia, utilizando o arco e a cúpula para criar espaços internos amplos e funcionais (como o Panteão e o Coliseu). A arte romana servia para celebrar as vitórias militares e a grandeza de Roma, visível em colunas triunfais, arcos do triunfo e grandes aquedutos. Ao contrário da rigidez egípcia, os gregos desenvolveram técnicas como o contraposto (peso do corpo em uma só perna), dando naturalidade e dinamismo às estátuas.
I - Na Pré-história, destaca-se o naturalismo das pinturas rupestres e as vênus (esculturas de fertilidade); no Egito, a Lei da Frontalidade e a arte voltada à eternidade/religião; na Grécia, a busca pelo equilíbrio ideal e o humanismo; e em Roma, o realismo nos retratos e o uso funcional do arco na arquitetura.
II - Na Pré-história a arte não era decorativa, mas sim funcional e mágica, ligada à sobrevivência e aos ciclos da natureza, a arte egípcia era extremamente conservadora e padronizada, focada quase inteiramente na vida após a morte e na glorificação do Faraó.
III - Os gregos buscavam a "Beleza Ideal", criando esculturas com proporções matematicamente perfeitas que representavam o homem no auge de sua forma. Diferente da beleza idealizada dos gregos, os romanos faziam bustos que mostravam rugas, cicatrizes e imperfeições, valorizando a fidelidade à fisionomia real.
IV - Os Gregos foram mestres da engenharia, utilizando o arco e a cúpula para criar espaços internos amplos e funcionais (como o Panteão e o Coliseu). A arte romana servia para celebrar as vitórias militares e a grandeza de Roma, visível em colunas triunfais, arcos do triunfo e grandes aquedutos. Ao contrário da rigidez egípcia, os gregos desenvolveram técnicas como o contraposto (peso do corpo em uma só perna), dando naturalidade e dinamismo às estátuas.