Incêndios florestais no Brasil são majoritariamente antrópicos e impactam fortemente a biodiversidade. No Cerrado brasileiro, o fogo desorganiza os ciclos de carbono e nitrogênio, cuja plena recuperação pode levar décadas. Mesmo assim, a recuperação da vegetação inicia-se logo após o evento, e a regeneração celular é decisiva para esse processo.
Durante o combate a um incêndio no Cerrado, equipes do Corpo de Bombeiros e pesquisadores observaram que as plantas começaram a se recuperar poucos dias depois, graças à divisão celular nos meristemas (pontas de crescimento). Já nos botões florais, células-mãe de esporos originaram esporos haploides; posteriormente, nos gametófitos, formaram-se os gametas para garantir a próxima geração.
Considerando as observações feitas pelas equipes que combateram o incêndio no Cerrado, conclui-se: