Magna Concursos
3928634 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: INEP
Orgão: PND

Para a aula sobre Toxoplasma gondii, uma professora de Biologia escolheu três recursos didáticos: um infográfico sobre medidas profiláticas da toxoplasmose, um gráfico que apresenta o quantitativo de casos da doença em mulheres grávidas na região do Xingu (PA), entre os anos 2016 a 2022, com base nos dados obtidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, e um quadro com os perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita.

Os Temas Geradores (TG) para a prática em sala de aula foram:

TG1 — profilaxia adequada que uma pessoa deve seguir no caso de uma viagem ao local mencionado no gráfico;
TG2 — influência do ambiente nas formas de contágio abordadas no infográfico;
TG3 — negligência quanto à prevenção e pouca disponibilidade de tratamentos medicamentosos para tratar as doenças endêmicas tropicais.

Como eu posso me prevenir

BASTOS, B. F. et al. Toxoplasmose: conhecer para prevenir. Revista da Jopic, n. 12, 2023.

Casos de toxoplasmose gestacional notificados no período de 2016 a 2022 na região do Xingu (PA)

OLIVEIRA, O. P. et al. Análise epidemiológica da toxoplasmose em gestantes na região do Xingu no período de 2016 a 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, n. 12, 2023.

Interpretação dos perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita

Tipo Viragem sorológica Características
GESTACIONAL IgM – positiva cinco a 14 dias após a infecção.

IgM – pode permanecer 18 meses ou mais. Não deve ser usado como único marcador de infecção aguda.

Em geral, não está presente na fase crônica, mas pode ser detectado com títulos baixos (IgM residual).

IgA – positiva após 14 dias da infecção. IgA – detectável em cerca de 80% dos casos de toxoplasmose e permanece reagente entre três e seis meses, apoiando o diagnóstico da infecção aguda.
IgG – aparece entre sete e 14 dias; seu pico máximo ocorre em aproximadamente dois meses após a infecção. IgG – declina entre cinco e seis meses, podendo permanecer em títulos baixos por toda a vida. A presença da IgG indica que a infecção ocorreu.
CONGÊNITA IgM ou IgA maternos não atravessam a barreira transplacentária.

IgM ou IgA – a presença confirma o caso, mas a ausência não descarta.

IgA – útil para identificar infecções congênitas.

IgG materno atravessa a barreira transplacentária. IgG – deve-se acompanhar a evolução dos títulos de IgG no primeiro ano de vida.

Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br. Acesso em: 25 jul. 2025.

Após discutir sobre o TG1, a turma concluiu que uma viajante gestante que visitou essa região no período de 2018 a 2022

Uma professora apresenta uma situação hipotética de tratamento da toxoplasmose gestacional, com administração de um bactericida como protocolo terapêutico único até o parto. Ao relacionar o infográfico com as informações sobre os perfis sorológicos, para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita ao TG3, esse tratamento seria

 

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