De acordo com Matos (2011), na obra Serviço Social, Ética
e Saúde, o Serviço Social brasileiro não ficou à margem das
influências da pós-modernidade, que resgatam, a partir da
década de 1990, no interior da profissão, traços de seu
histórico conservadorismo. Essa tendência manifesta-se
com intensidade na área da saúde, tendo como uma de suas
expressões a proposta do Serviço Social clínico, que
defende