- Programa Nacional de Segurança do PacienteProtocolos Básicos de Segurança do PacienteCirurgia Segura
Um hospital público de médio porte, habilitado como referência em cirurgia geral pelo SUS, iniciou auditoria interna após registro de dois eventos adversos no centro cirúrgico: troca de lateralidade cirúrgica evitada no momento da incisão e falha na contagem de compressas identificada no pós-operatório imediato.
O relatório da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) evidenciou que o Checklist de Cirurgia Segura estava sendo preenchido de forma automática, sem pausa efetiva para confirmação verbal entre os membros da equipe.
Durante reunião multiprofissional, discutiu-se a iniciativa “Safe Surgery Saves Lives”, lançada em 2008 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e a incorporação do Protocolo de Cirurgia Segura no Brasil, reforçada com a criação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) em 2013.
Considerando os princípios da segurança do paciente no perioperatório, avalie as afirmativas:
I. A simples implementação formal do checklist garante redução automática de eventos adversos, independentemente do engajamento da equipe.
II. A melhoria da comunicação e da confirmação verbal entre os membros da equipe constitui objetivo central da iniciativa da OMS.
III. A cultura de segurança institucional influencia diretamente os resultados obtidos com o uso do checklist.
IV. A padronização de protocolos assistenciais, reforçada no Brasil a partir de 2013, busca reduzir variabilidade e aumentar a segurança no cuidado cirúrgico.
Assinale a alternativa correta: