Os docentes, interessados em melhorar a aprendizagem
de seus alunos, podem buscar entender o que deu ou
está dando certo e o que não deu certo, no decorrer de
seu trabalho, por meio de um processo de “autoavaliação”. Nesse sentido, Libâneo (2018) afirma: “A tendência
nas práticas de avaliação, numa perspectiva de educação emancipatória, é assegurar cada vez mais nas instituições o caráter educativo da avaliação: meio de revisão
das ações do professor – práticas de ensino, interação
com os alunos – de modo que tome decisões com maior
conhecimento de causa.”
O autor, com base em Hernandez e Sancho (1994), cita, como uma das três características da avaliação emancipatória, a “autoavaliação, mediante um processo
O autor, com base em Hernandez e Sancho (1994), cita, como uma das três características da avaliação emancipatória, a “autoavaliação, mediante um processo