A transição da Assistência Social de um modelo
pautado no assistencialismo e na benemerência para o
status de política pública de Seguridade Social exigiu uma
reestruturação profunda em sua arquitetura institucional.
Com a instituição do Sistema Único de Assistência Social
(SUAS) em 2005, consolidou-se um modelo de gestão
descentralizada e participativa. Sob essa égide, o SUAS
operacionaliza a proteção social não contributiva por meio
de um pacto federativo que pressupõe uma engenharia
institucional onde as responsabilidades e ações entre a
União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios
devem ocorrer de forma articulada e: