Entre o analógico e o digital, a arte brasileira experimenta um momento de transformação profunda: novas linguagens, novas formas de circulação e até novas maneiras de ser percebida e valorizada. Se antes a obra estava restrita às paredes de galerias, hoje ganha vida nas redes sociais e em exposições on-line. O movimento não é apenas tendência, mas necessidade para quem deseja viver da própria criação.
Por meio do processo de coesão textual, a expressão “O movimento”, no último período, refere-se