Durante a rotina de interpretação de exames, uma médica nuclear se depara com o caso de uma paciente com câncer de mama metastático que iniciou um novo protocolo de tratamento há cerca de 6 semanas.
O exame atual mostra um aumento aparente no número e na intensidade das lesões ósseas em relação ao estudo realizado antes do início do tratamento. No entanto, o oncologista relata que a paciente apresenta melhora subjetiva das dores ósseas e estabilidade clínica.
Nesse caso, o seguinte fenômeno deve ser considerado pela médica nuclear para evitar um falso diagnóstico de progressão da doença: