Estudos clássicos sobre linguagem apontam que os
fenômenos linguísticos resultam de processos sociais,
cognitivos e históricos que moldam sistemas
relativamente autônomos, ainda que permeados por
usos concretos e variações dinâmicas. Tais análises
reforçam que a estruturação linguística decorre de
convenções compartilhadas, articuladas a práticas
comunicativas que constantemente reconfiguram normas
e regularidades, uma vez que, a língua, enquanto: