Mulher de 38 anos, duas semanas após parto, procura atendimento por dispneia de início súbito,
associada a dor torácica pleurítica. Encontra-se hemodinamicamente estável, com frequência cardíaca
de 96 bpm, saturação periférica de oxigênio de 96% em ar ambiente e pressão arterial de 118/70 mmHg.
Não há sinais clínicos de trombose venosa profunda ao exame físico.
Considerando o quadro clínico apresentado, a melhor estratégia inicial para a investigação diagnóstica de tromboembolismo pulmonar é
Considerando o quadro clínico apresentado, a melhor estratégia inicial para a investigação diagnóstica de tromboembolismo pulmonar é