Uma psicóloga hospitalar acompanha a família de um paciente oncológico internado há 20 dias por complicações do tratamento, com prognóstico incerto. Observam-se: oscilação entre esperança e medo, dificuldades para entender o estágio da doença e os objetivos terapêuticos, conflitos sobre seguir com condutas mais agressivas ou focar conforto, e sobrecarga com cuidados e finanças.
À luz das recomendações para trabalho com família de paciente hospitalizado em oncologia, a prioridade da intervenção junto à família deve ser
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