Uma mulher de 35 anos, em viagem de cruzeiro pela costa de Santa Catarina, Brasil, é atendida no serviço médico a bordo com queixas de febre alta acima de 39°C, cefaleia intensa, rigidez de nuca e fotofobia há 24 horas. Ela nega comorbidades crônicas e relata contato próximo com outros passageiros e tripulantes em ambientes confinados. Ao exame físico, apresenta Kernig positivo, Brudzinski presente e confusão mental discreta, sem focos neurológicos ou sinais de choque.
De acordo com o Guia Sanitário para Navios de Cruzeiro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, 2019 atualizado em 2024) e as recomendações da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre manejo inicial de meningite bacteriana em adultos (2025), a conduta inicial é: