Em “Psicanálise e Saúde Coletiva” (2012), Rosana Onocko afirma que “a clínica, em saúde coletiva, deve abrir-se à polis: o sujeito não se constitui fora da experiência democrática”. No governo federal anterior, houve redução da participação social em conselhos de saúde no Brasil, reacendendo o debate sobre o lugar da democracia nos serviços.
À luz dessa formulação, qual leitura se aproxima da autora?