Paciente adulto, após Acidente Vascular
Cerebral isquêmico, apresenta fala lenta,
articulada com esforço e de reduzida extensão
frasal. Observa-se que a capacidade de produzir
palavras está significativamente prejudicada,
embora a compreensão auditiva e a capacidade
de formar conceitos estejam relativamente
preservadas. Há ocorrência de agrafia e prejuízo
na leitura oral. O quadro clínico resulta de lesão
na parte dominante frontal esquerda ou na área
frontoparietal. O paciente demonstra consciência
de suas dificuldades e tenta corrigi-las durante a
comunicação.
O distúrbio de linguagem descrito trata-se de:
O distúrbio de linguagem descrito trata-se de: