Júrgen Habermas, no livro “História das Teorias da Comunicação”, identifica a crise da democracia como devida ao fato de que os dispositivos sociais ganharam autonomia de serem administrados como “abstrações reais”, fazendo circular a informação, mas entravando as relações comunicativas, isto é, as atividades de interpretação dos indivíduos e grupos sociais. Para ele, a racionalidade não diz respeito à posse de um saber, mas à maneira pela qual os sujeitos dotados de fala e ação adquirem e empregam um saber. Nesse contexto, o autor cria, em 1981, um modelo chamado:
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